Oi pessoal!
Tenho sumido (um pouco,vai!), então, como apareceu esse feriado, decidi vir aqui e postar, para ao menos dizer que não sou tãão ausente assim.
Depois de umas crises de identidade, nada como uma semana de comunicação na faculdade pra te situar e deixar mais reluzente, aquilo que já era claro para vc! hahahaha.
O Jornalismo é apaixonante e, à cada dia que passa,torna-se impossível me imaginar em outro curso.Conhecer melhor a profissão, lidar com a presença de pessoas importantíssimas do meio, faz com que, ao mesmo tempo que vc se sinta insignificante pornão fazer nada daquilo agora, estar ali como mero expectador, faz com que vc se sinta bem em poder conversar com eles, conhecer melhor aquilo que temos em comum e quem sabe um dia poder representar um papel tão importante na sociedade como o que eles representam.Vou contar um pouco aqui sobre as palestras que mais me chamaram atenção, e que mais mexeram cmg.
Fiquei simplesmente embasbacada com a simpatia de 2 velhinhos ( com todo o meu respeito, por favor!) que deram um show na palestra de quarta feira dando dicas e mais dicas sobre como deve portar-se um jornalista.Um deles era Francisco Ornellas, hoje atua no Estado de SP, o outro, "apenas "Paulo Totti, que junto com Mino Carta fundou a revista semanal Veja, que por sinal fez algumas críticas duras à revista, que tomou um rumo que não era o desejado por eles como deu para perceber.Na quinta outro exemplo que podemos pegar para analisarmos o que queremos ou não para as nossas carreiras, com Mariana Godoy e Luciano Faccioli ( TV Globo e TV Record, respectivamente).Cada um a seu modo nos fez perceber como a tv exerce uma função tão importante na vida do homem, que se deixa influenciar por um meio que conseguiu combinar aquilo o que o ser humano mais precisa para formar suas opiniões: a imagem e a descrição dos fatos.
Perfeita. É essa a palavra que eu encontro para descrever essa semana, que faz sim, toda a diferença na vida de um estudante, independentemente da sua escolha profissional.
Agora eu vou voltar a ler..Aliás, uma dica para quem gosta de ler: Marley & eu, de um jornalista americano John Grogan, que conta a vida de um cão um tanto quanto especial.
Beeijos a todos!
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Um comentário:
Oi Raquel!!!
Quanto tempo, hein?
Não pela tua usência não, mas porque parece que a cada dia o tempo passa mais rápido, mas enfim... li teu post e curiosamente caí numa questão que tenho faz muito tempo... não me leve a mal, tenho muitos amigos e pessoas queridas ao meu redor que pertencem à classe dos jornalistas... eu mesmo convivi profissionalmente na TV com jornalistas por todos os lados, e esse era meu maior arranca rabo com a galera... esse jornalismo que se prega... a tal fidelidade à informação, a imparcialidade... hummm... será que ela realmente existe? Será que ela se faz necessária em todos os casos?
Lembro bem de um caso que rolou, com um atleta profissional amigo meu, ele quebrou o fêmur no auge de sua carreira, estava em pós operatório sem saber o que iria acontecer dali pra frente com sua ferramenta de trabalho, o corpo. Esperando uma de minhas matérias entrar no ar, vi que fizeram uma matéria com ele sobre isso... seu acidente de carro em pleno auge da carreira. Bateram no carro dele num cruzamento, a culpa foi do terceiro... bom... onde quero chegar com isso... o que será que muda pras pessoas em casa saberem que o cara quebrou a perna, sendo que ele não era nenhum Airton Sena ou atleta dessa proporção onde todos os brasileiros se espelham e apoiam pra suprir suas faltas diárias. O que muda pra emissora transmitir uma matéria daquela? O que muda pro jornalismo dizer que um skatista quebrou sua perna no auge da carreira num acidente de carro? Hummmmm... sinceramente... acho que no máximo em dois dias todo mundo já teria esquecido aquela notícia... agora me pergunto novamente.... o que será que poderia causar no psicológico e emocional daquele cara, ver suas imagens na TV com aquele tom trágico, triste e até nostálgico? Hummmm... acho que ele não esqueceu das imagens em dois dias. Felizmente ele superou, teve uma recuperação surpreendente e está nas rampas de novo, mas onde eu realmente quero chegar com esse papo todo é... vejo um jornalismo impulsivo acontecendo por todos os lados... gente relatando coisas sem nem mesmo saber o porquê de estar fazendo isso... gente passando por cima de vidas e sentimentos pra conseguirem um destaque no meio e muita gente falando coisas sem a tal "responsabilidade" jornalística.
Onde vamos chegar assim?
Eu no meu jeito apaixonado de ver as coisas acredito que mais do que mil palavras vale uma ação, colocar a mão na massa... fazer as coisas no campo da realidade... e mais... acredito no respeito, no amor próprio e pelo mundo. Acredito que a fidelidade seria relatar coisas boas que também acontecem ao nosso redor assim como as coisas ruins. Chega de gerar pânico e hipnose nas pessoas... vamos viver com amor... esse é meu objetivo de vida e acho que se mais pessoas pensassem nisso o mundo estaria um pouco mais bonito.
Espero não ter sido muito pesado esse papo todo, mas de vez em quando me sinto na necessidade de desabafar coisas não tão belas.
O jornalismo é fundamental na nossa sociedade, muita coisa mudou por ajuda dele, mas nessa era de hipnose coletiva somos mais ainda dependentes de um jornalismo reflexivo e consciente do que diz.
Sucesso na sua carreira e que teus passos possam ser na direção da felicidade pessoal e coletiva.
beijão!
Zodi
Postar um comentário